Zmes completa um ano de atuação no mercado com criatividade e tecnologia de ponta

Comandada pelo CEO Marcelo Tripoli, a Zmes completa seu primeiro ano estabelecendo o conceito de pós-agência de marketing digital

Publicada originalmente na Revista Poder.

Se antigamente as marcas eram construídas apenas com jingles, frases de efeito e slogans inesquecíveis, isso não faz mais sentido. O consumidor mudou e, consequentemente, as agências também. Neste cenário a Zmes (que em eslovaco significa mistura) surgiu no mercado há um ano com o conceito de pós-agência. Idealizada por Marcelo Tripoli, ex-vice- -presidente e sócio-associado da consultoria McKinsey e fundador da iThink, a empresa une o melhor das consultorias de negócio, a criatividade das agências mais talentosas e a tecnologia de ponta das Big Techs.

“O rótulo de agência não cabe no nosso modelo”, explica Tripoli. “Costumamos brincar que somos uma espécie de Minotauro, um animal híbrido que representa a nova geração de serviços de marketing que o mundo tecnológico e conectado em que vivemos exige. Cada cliente tem seus contextos, objetivos e dinâmicas únicas, e por isso construímos uma estrutura in-house com times dedicados trabalhando dentro das operações das empresas, como uma extensão da própria equipe.” Na prática, é como se cada cliente da Zmes passasse a ter uma agência 100% montada para resolver o seu desafio de negócios.

A proposta é ser uma “one stop shop” do marketing digital, presente em toda a jornada do consumidor – das estratégias de branding e awareness às táticas de performance para maximizar a conversão, passando também pela otimização da jornada de compra e a fidelização. “Quando se tem uma gestão da jornada de ponta a ponta, de forma totalmente integrada, isso diminui a complexidade e gera um enorme benefício com relação à eficiência de marketing”, explica o CEO sobre a atuação transversal da pós-agência ao entregar consultoria, criação e tecnologia. 

Neste primeiro ano de atuação, a mistura ágil da Zmes foi colocada em prática em cases para grandes empresas, como o projeto de transformação da área de marketing do Grupo RaiaDrogasil, com adoção de uma metodologia de Growth Marketing que vem acelerando a digitalização da companhia; os recentes trabalhos desenvolvidos para o lançamento de produtos da Eudora – a fragrância Niina Secrets e a máscara para cílios SOUL 7.0 –; a estreia no Brasil da centenária marca de salgados Cheez-It, da Kellogg; e o projeto de otimização da jornada de abertura de contas do banco digital Next, do Bradesco. A Zmes também tem desde o início foco na criação de conhecimento através da sua plataforma Mistura, que recentemente lançou um estudo sobre bancos digitais e em breve apresentará outro sobre empresas de bens de consumo.

O modelo de remuneração da pós-agência é igualmente inovador e foge da concorrência com as agências tradicionais. Se no mercado a variável baseada no sucesso é algo adicional, muitas vezes pouco relevante, na Zmes a maior parte do pagamento fica atrelada ao atingimento das metas estabelecidas no início de cada campanha. “A gente acha que o prestador de serviço estratégico precisa dividir o risco com o cliente – e também o bônus na hora que dá certo. O nosso ganho, de verdade, só acontece quando o cliente chega no seu objetivo. Trabalhamos em parceria e pensando em longo prazo”, revela.

Para a empreitada, Marcelo Tripoli montou sociedade com nomes de peso no mundo corporativo: Artur Grynbaum e Miguel Krigsner, do Grupo Boticário, Helio Rotenberg, da Positivo Tecnologia, e Claudio Loureiro, fundador da Heads Propaganda. Juntos eles investiram R$ 18 milhões e se uniram a Tripoli e os sócios que estão na liderança da Zmes – Henrique Makauskas, responsável por tecnologia e dados; Marta Oliveira, à frente de estratégia de marcas, jornada do consumidor, gestão dos squads e relacionamento com cliente; Celio Guida, Chief Growth Officer responsável por mídia e consultoria de negócios; e a criação fica a cargo de André Marques, ex-CCO da WMcCann com passagens pela Africa e Publicis.

“O André tem a missão de liderar o time criativo da Zmes conectado de forma visceral com as frentes de consultoria e tecnologia. A ambição é entregarmos uma criação de vanguarda e contemporânea, gerando conversas através da curadoria e gestão de creators, criação nativa para as plataformas, uso intensivo de dados e testes multivariáveis”, explica Tripoli.

Tanta inovação exige um time à altura. Por isso, no quadro da Zmes mais de 50% dos funcionários são cientistas de dados, engenheiros, desenvolvedores e experts no uso da inteligência artificial para automatizar processos e personalizar as campanhas, de forma que cada consumidor receba mensagens e ofertas de acordo com seus hábitos, comportamentos e necessidades. “Não é possível operar em alta performance em marketing digital sem o uso intensivo de dados e automação”, explica o CEO. “Nos últimos seis meses, as empresas avançaram cinco anos na transformação digital. A Zmes não poderia ter surgido em um momento mais propício. Acreditamos que ela possa, de fato, fazer uma disrupção no mercado.”

Você pode gostar
Leia mais

André Marques de casa nova

A agência de marketing digital Zmes, lançada em 2020 (leia aqui), anuncia a chegada de André Marques como sócio e CCO (chief creative officer).…